Ele consegue figurar entres um dos melhores filmes de super-herói vindo dos quadrinhos. O roteiro é muito bom, conseguindo prender totalmente a atenção do começo - já de impacto - ao final, e ainda consegue fazer algumas críticas apesar de ser um filme de entretenimento. Mérito do quarteto fantástico (entendeu o trocadilho?) de roteiristas Arthur Marcum, Hawk Ostby, Mark Fergus e Matt Holloway. O diretor Jon Favreau (Zathura) nos surpreende com sua direção alucinante se saindo bem tanto em cenas de ação quanto em partes mais densas se tornando assim um nome de respeito na nova Marvel Studios.
Mas o grande nome desse filme foi com certeza Robert Downey Jr. o ator por trás da máscara de ferro (nossa, hoje estou cheio de trocadilhos), Tony Stark. Um grande ator constrói um personagem com estilo, e é isso que ele faz cheio de sarcasmo, conflitos internos e muita ação de qualidade. Além de seu belo trabalho outros também merecem ser citados, como: Gwyneth Paltrow, que faz o par romântico e baba de Stark e Jeff Bridges, o sócio invejoso que se torna o inimigo. E para completar, os efeitos especiais são maravilhosos, o que não é nenhuma novidade vinda da Industrial Light & Magic - que já vinha de uma experiência robótica de Transformers. Em fim o filme é diversão garantida no cinema. Ah, e não saia da sala até terminar os créditos, pois há uma cena depois.
Gostaria de pedir desculpa pelo abandono do blog, mas é que a faculdade está puxada.
Até a próxima.
Homem de Ferro
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